sábado, 19 de abril de 2014

Geração Y, o Emprego, o Sonho, e a Realidade


Tenho que admitir, sou uma sonhadora integrante da Geração Y. Não busco uma estabilidade financeira, mas uma satisfação pessoal, quero chegar ao fim de um dia de trabalho e ficar feliz pelo o que fiz, e não irritada reclamando da vida. Busco desafios, tenho sede de aprender, quero caminhar em novos caminhos, não consigo me imaginar envelhecendo sem ter arriscado. E claro, acredito que as pessoas estão cada vez mais carentes, mais individualistas, e que devemos nos adaptar a tecnologia antes que ela engula a humanidade.

Segundo especialistas, Geração Y não é um bom empregado, é o tipo de grupo que não topa qualquer coisa, ele é exigente e cobra o mínimo de respeito, não se cala ao perceber coisas erradas e busca a felicidade no emprego. As empresas não estão adaptadas a isso, preferem contratar gerações passadas, que se acomodam, que preferem a garantia de um salário do que a felicidade. Por isso, Geração Y tenta abrir suas próprias empresas e fabricar seus empregos felizes.

Fico me perguntando quando as empresas vão se adaptar a esse novo tipo de profissional, se é que um dia elas vão se adaptar, se algum dia teremos empresas que valorizam as pessoas, e não o dinheiro, ou se a Geração Y vai se transformar em uma geração frustrada cheia de mini-pequenas empresas, afundadas em seus sonhos.

"Cogito, ergo sum"
Descartes

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