quinta-feira, 26 de junho de 2014

[Evento] Encontro com Silvia Fernanda - Fortaleza/ CE


Quem me acompanha nas redes sociais, deve ter visto que estou organizando um encontro com a escritora Silvia Fernanda, um cafezinho no fim da tarde para jogar conversa fora. Quem tiver interesse, aparece lá no Café Vitrola para bater um papo!

Quando: 27 de junho, às 18h.
Onde: Café Vitrola próximo a pracinha da Gentilânida.

terça-feira, 24 de junho de 2014

#EuLeioNacionais - Desafio de Férias


No mês de julho vou participar do Desafio de Férias #EuLeioNacionais, que na verdade é uma maratona literária com o objetivo de ler 10 livros nacionais nas férias. Algo que veio em ótima hora, pois tenho vários livrinhos acumulados, e faltava aquele estimulo para concluir a leitura. Vamos aos escolhidos?! :)


- Ainda não te disse nada - Maurício Gomyde
- O rosto que precede o sonho - Maurício Gomyde
- O amor pode ter asas - Bianca Rocha


- Línguas de fogo - Karen Soarele
- O mago de Camelot - Marcelo Hipolito
- Youkai - Roxane Norris


- Minha pequena, grande mulher - Simone Fraga
- O Sincronicídio - Fábio Shiva
- Vítimas do silêncio - Janethe Fontes

Iniciando a maratona com:


Volkodlak: A Maldição do Tempo - Roxane Norris
Um romance recheado de magia, suspense e sutilezas. Um amor amaldiçoado pelo tempo e o destino. Um triângulo amoroso entre uma bruxa, um Bispo e um lobisomem que atravessa séculos... Irlanda, século XIV. A primeira vítima da Inquisição: Petronella de Meath, supostamente bruxa e ajudante de Lady Alice Le Kyteler, na tentativa de salvar seu amante, Lady Alice recorre aos rituais pagões, e sem saber de seu verdadeiro dom, Petronella invoca um antigo espírito: Volkodlák. O que era para ser a cura se torna uma maldição para todos os envolvidos. - Skoob.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

[Cinema] Malévola

Era uma vez Aurora, uma princesa que foi amaldiçoada por uma fada má, aos 16 anos ela iria furar o dedo em uma roca de fiar e adormeceria até o dia em que ganhasse um beijo de amor verdadeiro. Depois de tanta maldade contra a princesa inofensiva, a Malévola da Bela Adormecida resolveu contar tintim por tintim do porque ficou tão má.

Assim como toda história dignada de contos de fadas, no meio do caminho existe um príncipe, mas diferente das outras histórias, esse só queria se aproveitar de Malévola. Antes dele cruzar o seu caminho, ela era uma garota doce, que usava os seus poderes para proteger a natureza e ajudar os animais, mesmo aqueles que faziam guerra de lama, afinal, coisas mais fofas não existiam *.*

Stefan é um dos príncipes do reino vizinho, conheceu Malévola quando ainda era criança, um garoto amável, mas cheio de histórias, quando cresceu viu nessa amizade a oportunidade ideal para roubar o tesouro da floresta e conseguir o trono. 

Desapontada e sem os mesmos poderes, Malévola passa a desconfiar do amor verdadeiro, se torna uma pessoa amarga e cheia de espinhos, a floresta começa a ter medo dela e de sua ira. Stefan, o novo rei, está no castelo comemorando o nascimento de sua linda menininha, Malévola não podia deixar de visitar e levar um presente a nova herdeira, uma maldição que só um amor verdadeiro quebraria.

Desesperado o rei manda destruir todas as rocas do reino, leva Aurora para o mais longe possível, e começa a traçar um plano contra Malévola. O resto da história vocês já sabem, ou não, no caminho de Aurora também tem um príncipe, mas o amor não é tão simples assim.

Confesso que o filme me surpreendeu, esperava que fosse só mais uma tentativa fracassada de mudar o foco de uma história que já tinha um público cativo, mas no meio de maldições e muito ódio, a Disney conseguiu humanizar uma das malvadas mais temidas dos contos de fadas. 

Malévola é bem complexa, com uma natureza pura e dócil, mas se vê esmagada por tanto ódio. É notável a sua confusão de sentimentos, sua luta para esconder seu lado amável e fazer com que todos sintam a sua dor, física e emocional. Sua maldade é algo racional, em várias cenas ela se controla para não demonstrar nenhum tipo de sentimento bom.

O elenco é sensacional, a atuação de Angelina Jolie deixa a presença de qualquer personagem secundário dispensável, a atriz conseguiu dar o tom irônico ideal que a personagem pedia. Aurora foi interpretado por Elle Fanning, que deu a doçura e inocência ideal para a personagem. A Disney conseguiu mais uma vez pregar boas condutas, mesmo com personagens tão malvados. Recomendo!